LIÇÃO 8 - DEUS E A ALIANÇA

 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel e o escrevemos; e selaram-na os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes. […] não desampararíamos a casa do nosso Deus” (Ne 9:38; 10:39).

LEITURAS DA SEMANA: Ne 10:1-39; Gn 4:8-19; Hb 8:1-7; 13:20; Js 24

O que significa aliança na Bíblia? A explicação mais fácil para uma aliança bíblica é que ela é o estabelecimento legal de um relacionamento entre Deus e Seu povo. É Deus dizendo: “Você é Meu povo, e Eu Sou o seu Deus”. Além disso, encontramos a utilização de alianças escritas entre outros povos no mundo antigo, muitas vezes entre os líderes e seus súditos.

Essas alianças foram estabelecidas porque beneficiavam ambas as partes. O líder cuidava do povo, e o povo pagava impostos. Mas com Deus a aliança era diferente. Deus não recebia nada, e ainda prometia ser fiel à aliança até mesmo quando o povo não o fosse. Quando as coisas ruins começavam a acontecer, o conhecimento das bênçãos e maldições ­vinculadas à aliança permitiam que os israelitas percebessem que estavam quebrando a aliança.

Nesta semana, estudaremos em Neemias 10 a aliança que os israelitas renovaram com Deus e examinaremos algumas informações gerais, na Bíblia, sobre a história e a importância de se fazer uma aliança.

A IDEIA DA ALIANÇA

1 – Leia Neemias 10:1-29 (e relembre Neemias 9:36-38). Quem estava fazendo essa aliança? Por que ela foi feita?

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Embora somente os líderes tivessem assinado o documento, o texto menciona explicitamente que todo “o restante do povo” se obrigou “sob maldição e sob juramento a seguir a Lei de Deus” (Ne 10:28, 29, NVI).
O que havia de tão significativo na aliança a ponto de todos desejarem entrar num pacto com Deus? A fim de responder a essa pergunta, temos que voltar ao início e compreender a ideia bíblica de aliança.

A aliança era importante porque fazia parte da história de Deus lidando com a humanidade pecadora e demonstrava Seu anseio por um relacionamento com o povo. Ela também permitia que o povo revelasse seu desejo de se dedicar ao Senhor.

A história bíblica da criação, em Gênesis 1 e 2, revela não apenas a origem dos primeiros seres humanos, mas também o relacionamento entre eles e Deus, bem como entre eles mesmos. No entanto, o pecado rompeu todos esses relacionamentos. O pecado é a antítese da criação, trazendo a “descriação”, ou seja, a morte.

A linhagem de Adão finalmente se dividiu, visto que Caim escolheu o mal (Gn 4:8-19), e Sete seguiu a Deus (Gn 5:3-24). A genealogia de Caim culmina em Lameque (Gn 4:17-19), o sétimo a partir de Adão, que introduziu a poligamia. A violência e a vingança do lado de Caim se justapõem à linhagem fiel de Sete. A genealogia de Sete também foi especificada; o sétimo dessa linhagem é Enoque, que “andou com Deus” (Gn 5:24, NVI) e foi levado para o Céu.

Infelizmente, o mundo seguiu mais o mal do que a Deus, e a descendência dos fiéis se tornou muito pequena. Logo não restaria nenhuma família por meio da qual Deus pudesse cumprir Sua palavra ao enviar a Semente prometida para salvar a humanidade. Nesse momento, Deus interveio com o Dilúvio. No entanto, esse acontecimento foi uma “descriação” posterior, a reversão e a destruição da vida. Ainda assim, Deus destruiu apenas o que o ser humano já havia arruinado (Gn 6:11-13).

Você já experimentou a realidade da força destrutiva do pecado? Como? Qual é o único poder contra o pecado e como nos beneficiamos dele?

Movimento de oração e resgate: Neste trimestre, vamos iniciar um movimento de oração pelos amigos que estão afastados de Jesus Cristo.

ALIANÇAS NA HISTÓRIA

Após o Dilúvio, Deus recomeçou a história com Seu povo, por meio de Noé e das pessoas que vieram depois dele. O Senhor também buscou um relacionamento com elas, e a ideia da aliança era central para isso. A Bíblia identifica as sete principais alianças que Deus fez com o povo:

1a Aliança – com Adão (Gn 1 a 3)

2a Aliança – com Noé (Gn 6 a 9)

3a Aliança – com Abraão (Gn 12:1-3)

4a Aliança – com Moisés e a nação israelita (conhecida como Aliança Sinaítica ou Mosaica – Êx 19 a 24)

5a Aliança – com Fineias (Nm 25:10-13)

6a Aliança – com Davi (2Sm 7:5-16)

7a Aliança – Nova Aliança (Jr 31:31-34)

2- Leia os textos a seguir. O que significa a “aliança eterna”? (Gn 9:16; 17:7; Is 55:3; Hb 13:20). Assinale a alternativa correta:

A.(  ) Uma aliança que duraria para sempre.

B.(  ) Uma aliança condicional à fidelidade do povo.

A Bíblia apresenta o termo “aliança eterna” dezesseis vezes. Dessas, treze são especificamente aplicadas à aliança com Abraão; com Israel, no Sinai; e com Davi. Cada uma delas, embora singular, levava a marca da “aliança eterna”. Assim como o evangelho eterno foi anunciado primeiramente em Gênesis 3:15 e depois progressivamente revelado em toda a Bíblia, a mesma lógica se aplica à aliança eterna. Cada sucessiva aliança serve para esclarecer e aprofundar nossa compreensão da aliança eterna de amor, revelada mais plenamente no plano da salvação. A Nova Aliança e a Antiga Aliança, conforme são muitas vezes distinguidas, contêm os mesmos elementos.

1- Santificação: “Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jr 31:33; compare com Hb 8:10).

2- Reconciliação: “Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (Jr 31:33; Hb 8:10).

3- Missão: “Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor, porque todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles” (Jr 31:34; Hb 8:11).

4- Justificação: “Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (Jr 31:34; Hb 8:12).

ESTRUTURA DA ALIANÇA

Os estudiosos da Bíblia reconhecem que existe uma estrutura típica para as alianças bíblicas; isso é visto até mesmo em alianças feitas pelos antigos hititas. Isto é, Deus Se comunicou com o povo de uma forma que ele, em sua cultura, pudesse entender.

As alianças comuns durante a época do antigo Israel tinham as seguintes partes: declaração preliminar (quem é Deus); prólogo histórico (relacionamento passado definido); determinações ou leis; bênçãos e maldições; testemunhas, provisão especial ou sinal da aliança. Portanto, não deveria ser surpresa o fato de Deus ter usado algo semelhante para Se comunicar com Seu povo naquela época, pois estavam familiarizados com a prática.

Por exemplo, todo o livro de Deuteronômio foi escrito na forma de uma aliança, pois Moisés convidou o povo de Deus a entrar em um novo relacionamento de aliança com o Senhor. Ele expressou a aliança da seguinte maneira: (1) Declaração preliminar (Dt 1:1-5); (2) prólogo histórico (Dt 1:6–4:43); (3) determinações ou leis (Dt 4:44–26:19); (4) bênçãos e maldições (Dt 27–30); (5) testemunhas (Dt 30:19); e, finalmente, (6) provisão especial (Dt 31:9-13).

3- Leia Josué 24. Como esse padrão de aliança é revelado também nesse capítulo?

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A renovação da aliança feita por Josué segue a mesma estrutura. Primeiramente, há uma declaração na qual Deus Se apresentou como “o Senhor, Deus de Israel” (Js 24:2). Em seguida, vem um longo prólogo histórico, no qual Josué lembra o povo das obras que Deus realizou por ele no passado (Js 24:2-13). Após essa história, são especificadas as determinações ou leis (Js 24:14, 15, 23), mencionadas as bênçãos e maldições (Js 24:19, 20), identificadas as testemunhas (Js 24:22, 27) e declarada a provisão especial (Js 24:25, 26). Aqui, também, Deus usou a forma básica de uma aliança a fim de Se comunicar com Israel e mostrar aos israelitas não apenas Sua liderança no passado, mas o que era exigido deles para cumprir sua parte na aliança.

Leia Josué 24:15. Qual princípio encontrado nesse verso pode se aplicar a nós?

4- Leia Neemias 10:30-39. Quais são as quatro coisas que os israelitas prometeram fazer como parte da aliança renovada?

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O povo prometeu o seguinte:

1- Não realizar casamentos mistos (casamentos que pudessem levar à idolatria);

2- Praticar a verdadeira observância do sábado (sem distrações com transações comerciais);

3- Cumprir o cancelamento de dívidas e a observância do ano sabático a fim de cuidar dos pobres e dar-lhes liberdade;

Sustentar financeiramente o templo, seus serviços e suas equipes trazendo as primícias dos frutos, os primogênitos e os dízimos, assegurando a continuação da verdadeira adoração.

As três primeiras promessas se referem ao relacionamento com os outros (casamentos e cancelamento de dívidas) e com Deus (observância do sábado), enquanto a última (Ne 10:32-39) trata dos regulamentos do templo.

O objetivo dos israelitas era demonstrar que eles estavam comprometidos com a aliança e, portanto, implementariam formas práticas de desenvolver seu relacionamento com Deus e com os outros. Mesmo que nem sempre guardassem a aliança perfeitamente, eles entendiam que práticas e hábitos corretos influenciariam o futuro. Se a nação israelita desejava ir no caminho certo, ela teria que estabelecer maneiras de agir e costumes que a conduzisse aonde desejava seguir. Se desejava andar intimamente com Deus, era importante valorizar o sábado e cuidar do templo.

Infelizmente, os israelitas não cumpriram muito bem suas promessas, conforme demonstrado nos últimos capítulos de Neemias. No entanto, embora nem todos as tenham cumprido, muitos o fizeram. Com a ajuda de Deus e mantendo o foco Nele é possível desenvolver hábitos corretos e firmar-se no caminho certo.

“Por meio do correto exercício da vontade, uma transformação completa pode ocorrer em sua vida. Entregando a vontade a Cristo, você se une com o poder que está acima de todos os outros. Obterá força do alto para permanecer firme e, pela constante entrega a Deus, será capacitado para viver a nova vida, a vida da fé” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 48). Há algo que o impede de vivenciar o que está escrito nessa citação?

PROMESSAS

4- Leia Neemias 10:30-39. Quais são as quatro coisas que os israelitas prometeram fazer como parte da aliança renovada?

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O povo prometeu o seguinte:

1- Não realizar casamentos mistos (casamentos que pudessem levar à idolatria);

2- Praticar a verdadeira observância do sábado (sem distrações com transações comerciais);

3- Cumprir o cancelamento de dívidas e a observância do ano sabático a fim de cuidar dos pobres e dar-lhes liberdade;

4- Sustentar financeiramente o templo, seus serviços e suas equipes trazendo as primícias dos frutos, os primogênitos e os dízimos, assegurando a continuação da verdadeira adoração.

As três primeiras promessas se referem ao relacionamento com os outros (casamentos e cancelamento de dívidas) e com Deus (observância do sábado), enquanto a última (Ne 10:32-39) trata dos regulamentos do templo.

O objetivo dos israelitas era demonstrar que eles estavam comprometidos com a aliança e, portanto, implementariam formas práticas de desenvolver seu relacionamento com Deus e com os outros. Mesmo que nem sempre guardassem a aliança perfeitamente, eles entendiam que práticas e hábitos corretos influenciariam o futuro. Se a nação israelita desejava ir no caminho certo, ela teria que estabelecer maneiras de agir e costumes que a conduzisse aonde desejava seguir. Se desejava andar intimamente com Deus, era importante valorizar o sábado e cuidar do templo.

Infelizmente, os israelitas não cumpriram muito bem suas promessas, conforme demonstrado nos últimos capítulos de Neemias. No entanto, embora nem todos as tenham cumprido, muitos o fizeram. Com a ajuda de Deus e mantendo o foco Nele é possível desenvolver hábitos corretos e firmar-se no caminho certo.

“Por meio do correto exercício da vontade, uma transformação completa pode ocorrer em sua vida. Entregando a vontade a Cristo, você se une com o poder que está acima de todos os outros. Obterá força do alto para permanecer firme e, pela constante entrega a Deus, será capacitado para viver a nova vida, a vida da fé” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 48). Há algo que o impede de vivenciar o que está escrito nessa citação?

O TEMPLO

5- Leia Neemias 10:32-39. Por que as práticas do templo eram essenciais aos israelitas, como é demonstrado nestas palavras: “Não negligenciaremos o templo de nosso Deus” (Ne 10:39, NVI)? Por que o templo era tão importante para a fé? (Veja também Hb 8:1-7.)

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Os israelitas prometeram cuidar do templo. Mesmo sendo um pequeno grupo financeiramente oprimido pelos reis, decidiram que precisavam doar do pouco que tinham para que o templo prosperasse e não apenas sobrevivesse. Por isso, escolheram dar a terça parte de um siclo para o serviço do templo a cada ano, em vez de fazer isso apenas quando ocorresse o censo, conforme ordenava a lei. A nação viu a necessidade de ir além do que era exigido. Além disso, atribuíram a famílias específicas a responsabilidade de queimar lenha no altar, pois reconheciam que, sem organização, essa prática morreria.

Os primeiros frutos, os primogênitos, os dízimos e as ofertas eram aspectos do serviço do templo que sustentavam o ministério dos sacerdotes e dos levitas. Um décimo de tudo devia ir para os levitas. Além disso, os primogênitos eram redimidos por dinheiro, o que era somado ao valor recebido pelos levitas. No entanto, o dízimo do dízimo dos levitas ia para os sacerdotes.

O templo servia como o coração da nação israelita. Ele era tão central à sua fé que a maior tragédia ocorreu quando Nabucodonosor o derrubou e levou os objetos sagrados.

Quando o templo era bem administrado, ele proporcionava vida espiritual vibrante à nação, pois indicava ao povo a solução definitiva para o problema do pecado, mediante a morte de um cordeiro. Quando Jesus morreu na cruz, essa solução foi providenciada (Rm 5:5-10). Além disso, por meio do serviço anual do Dia da Expiação, o povo aprendia que Deus tem, em última instância, um plano para acabar com o mal e o pecado para sempre. Em outras palavras, o templo servia como cenário para revelar ao povo todo o plano da salvação. As lições a ser aprendidas por meio do estudo dos serviços realizados nele são imensas e necessárias para nos dar uma visão maior do caráter de Deus e esclarecer o plano da salvação.

“Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1:15). Qual era a esperança de Paulo? Como podemos torná-la nossa também?

ESTUDO ADICIONAL

Texto de Ellen G. White: Caminho a Cristo, p. 43-48 (“Consagração”).

“O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: os sacerdotes ministravam diariamente no lugar santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no lugar santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, ­transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue, não há remissão de pecado’ (Hb 9:22).

‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A Lei de Deus, sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que havia sido perdida pelo pecador cuja culpa a vítima carregava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a Lei que o pecador transgredira. Por essa cerimônia, o pecado era transferido, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o lugar santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão […] ‘para que [levassem] a iniquidade da congregação’ (Lv 10:17). Ambas as cerimônias simbolizavam […] a transferência do pecado do penitente para o santuário” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 418).

Perguntas para discussão

1- Você já fez promessas e não as cumpriu? Como evitar um erro semelhante?

2- Aliança é o estabelecimento legal de um relacionamento. Se quebramos a aliança com Deus, Ele é sempre fiel. A fidelidade divina pode nos atrair a uma ligação íntima com o Senhor e, assim, nos ajudar a viver como deveríamos?

3- Você já foi infiel e rejeitou as promessas da aliança? (Lc 22:20; Hb 8:13; 9:15). Entendeu a promessa do perdão em Jesus, cujo sangue selou a Nova Aliança conosco?

Respostas e atividades da semana: 1. Os líderes do povo. Porém, os sacerdotes, os levitas, os porteiros, os cantores, os servidores do templo e todo o restante do povo também decidiram fazer parte da aliança com Deus, pois desejavam andar na Lei e guardar os mandamentos. 2. A. 3. Declaração preliminar (Js 24:2); prólogo histórico (Js 24:2-13); determinações ou leis (Js 24:14, 15, 23); bênçãos e maldições (Js 24:19, 20); testemunhas (Js 24:22, 27); provisão especial (Js 24:25, 26). 4. Os israelitas se comprometeram a não mais se casarem com estrangeiros. Prometeram que não comprariam nada que os estrangeiros vendessem no sábado. Eles assumiram o compromisso de abrir mão da colheita e das cobranças no ano sabático (sétimo ano) e a doar, cada ano, a terça parte de um siclo para o serviço do templo e dos pobres. Por fim, prometeram dar as primícias dos frutos ao Senhor, com o primogênito dos filhos e dos animais, o dízimo, etc. 5. Porque toda a cultura e a vida judaica se concentravam no templo. Além de ser o local de encontro com Deus, o templo era a “sede” do governo. Ali eles distribuíam o auxílio aos pobres, entre outras coisas. O templo era importante para a fé, pois fazia relembrar a solução final para o pecado: a morte do Cordeiro.